sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Mundo de preás


Vou dormir... E acordar feliz no meu mundo... Mesmo que não haja preás nele.

"Para dissolver pequenas nódoas, pelas quais não vale a pena sofrer (mas a gente sofre), há um atalho para livrar-se logo delas e caminhar mais levemente. Sempre que sentir-se ofendida, se questione se aquilo foi uma coisa verdadeira ou se incomodou apenas o seu ego, sua imagem externa, e isso não é o que importa.
Não vale a pena sofrer por conta da vaidade, da competição, da rejeição, por algo que, na realidade, não ofendeu sua essência. Senão vêm a mágoa, a frustração, a pressão no peito... Está montada a armadilha para colher aflição e entrar num escuro sem fim. Tem que pôr luz aí dentro, para poder ver.
Quando vejo, começo a entender alguma coisa e a chegar mais perto do perdão, que vem da aceitação profunda de que o outro, apesar de tudo, é um ser igualzinho a mim. Perdoar é um bem que fazemos a nós mesmos.
Perdoar vale a pena!"

(autor desconhecido)

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... E quando acordo não sei mais se o sonho que tive é apenas a nova realidade, ou o que realmente se passou foi apenas um sonho...
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P.S.: Foto tirada pelo meu mano Marcelo no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. Ele disse que essas imagens vinham do chão! =)
E minha viagem pra Sampa agora no fim do mês furou... Por falta de grana... =/

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