sábado, 17 de novembro de 2012

Seoul, Coréia do Sul

Algumas considerações sobre Seoul-Korea do Sul
-De Recife para Garulhos (3h) fomos de Tam. E de Garulhos para Doha (Qatar) (14h) fomos de boing 777 pela
Qatar Airways, assim como de Doha para Seoul (9h). Recomendo fortemente a linha aérea Qatar Airways, fomos
muito bem servidos. Tinha a primeira clase que tinha poltrona-cama, bem folgadas onde não precisa atrapalhar
o pessoal caso quisesse passear pelo avião ou ir ao banheiro. No nosso caso, que foi a classe econômica
sempre tínhamos que atrapalhar alguém pra passear/ir aop banheiro, pois estávamos na janela e no meio, mas
mesmo assim era bem mais folgado que na Tam. Assim que chegávamos, tínhamos um cobertor, travesseiro, um kit
com escova de dentes e creme dental, tapa-olho, tapa-ouvido e meias. Além disso, cada um tinha uma televisão
para assistir os diversos filmes que tinha, além de músicas, jogos e compras na duty-free. Também podíamos
acompanhar o percurso do avião pelo GPS.
-Antes de chegar em Seoul, passamos pelo Himalaia: tão lindoooo ver todas aquelas montanhas do alto,
montanhas que não acabavam mais! Passamos por cima de Dubai, tão iluminada. *.*
-As criancinhas quando vão tirar fotos, não sorriem, só fazem um "v" com os dedinhos. Fiz brincadeirinhas
com elas, mas não adiantou... não riram.
-Comida: sempre apimentada! Logo no início compramos para café da manhã (os hotéis de lá não dão café da
manhã) em uma barraquinha na esquina sushis, depois vimos ser apimentados, e uma massa doce (tipo a de
panquecas) com ovo. A massa com ovo foi entregue em um papel qualquer, de manual de celular.
Sempre que pedíamos algo nos restaurantes sempre colocavam água na mesa (a água é gratuita), acho que é por
causa da comida apimentada. A comida local é sempre arroz ou macarrão de arroz com alguma coisa... NO início
pedi um macarrão com um molho vermelho lá que pensei se de tomate, mas logo descobri que as fotos em
vermelhos era sempre pimenta!! Era uma tosse, corisa... Mas logo meu orientador disse que eu não precisava
ser educada e comer aquilo tudo, precisava ser pragmática (ufa!), foi quando tirei todo o macarrão da tal da
sopa e deixei o caldo vermelho pra lá.
Quando a comida não era apimentada, era doce. Pão de alho, pães normais... doce! Ah, comida vegetarianas são
mais fáceis de serem encontradas lá que aqui no Brasil, ou se não em todo Brasil, pelo menos em
Maceió/Garanhuns/Recife/Serra Talhada/Arcoverde. hahaha
Fomos ao comércio de lá com a irmã da dona Elisa, uma coreana que tem na IASD de Mangabeiras. Coreana super
simpática e arrumada. Apesar dela não falar inglês, fomos ao mimiquês! =) Enquanto estávamos no hotel,
tínhamos os intérpretes do hotel, depois tinha que ser na mímica mesmo. No comércio comemos uma massa com
macarrão transparente e verduras dentro... que delícia! Na mesma barraquinha que compramos isso, tínha um
aquário cheio de polvinhos dentro, do tamanho de uma mão, com palitos de churrasco ao lado: eles comem polvo
vivo. Ah, sobre os cachorros, eles só comem os de uma raça específica e isso é consequência da guerra
(contra a Coréia do Norte).
-Muitos dos casais usam alguma peça de roupa iguais: seja tênis, blusa, casaco ou mochila. É moda lá.
-Banheiro: no hotel era um banheiro onde tinha diversos botões. Deu medo de fazer as necessidades logo no
início... hahaha Nos botões podíamos escolher a temperatura do assento, da água, o fluxo da água, água na
frente, água atrás (um robozinho embaixo que fazia isso), massagem... Estão entendendo o porque do medo
inicial, né? =p
No banheiro do aeroporto o assento era coberto com um plástico que, depois que usávamos, apertávamos um
botão e o plástico era trocado para a próxima pessoa.
Na estação de metrô tinha uma bacia oval de porcelana no chão, onde precisávamos nos acocorar para fazer a
necessidade e depois dar descarga com o pé (gostei disso, pra não sujar as mãos onde todo mundo da descarga
com a mão suja).
-Nos restaurantes locais só tinha rachis e colheres, não tem garfo, nem faca (a carne já vem em tirinhas
finas).
-Cidade ecológica: a haste das hastes flexíveis (cotonetes) aqui tem as hastes de madeira; os copos
descartáveis dos bebedouros são saquinhos de papel, que temos que desdobrar para usar; os copos dos fast
foods são de papel mais durinhos.
-Nos restaurantes os refrigerantes são servidos em um único copo, sendo que com um canudo para cada pessoa.
-A população fala inglês, pelo menos os mais jovens. Uma taxista que falava inglês ficou nos ensinando como
pexinxar em coreano.
-Existem os taxis normais e os taxis de luxos, que são mais caros. Desde os taxis normais eles têm tradutor
livre. Uma diferença entre os taxis daqui pros de lá é que o valor inicial do taxi de lá já é utilizado por
um percurso, ele só muda o valor depois que andar aquele valor. OS taxistas são bem íntegros, vão direto
para o lugar.
-Uma cidade segura e limpa.
-O povo é bastante arrumado, usam terno, sobretudo...
-O evento foi no Coex, um centro de convenções onde era um shopping e tinha um espaço enorme para que
diversos eventos aconteçam ao mesmo tempo, muito interessante isso! E, da noite pro dia, mudava de eventos.
Eles eram muito rápidos e práticos nessa troca.
-No jantar da conferência se apresentou um grupo musical que tocava com objetos da cozinha: facas, pias,
verduras... Era como se eles fossem chefs de cozinha e tocavam cozinhando. Eles também tocaram e dançaram a
famosa música Gangnam Style. A propósito, o bairro do Coex, o qual ficamos hospedados, é o Gangnam. No
aeroporto também vimos um outro grupo cantando esta música. (depois vejam no site essa galera, Psy, cantando
no MIT, com os pesquisadores de lá. Até Chomsky -linguista computacional- está no vídeo com seu "opa Chomsky
style").
-Os metrôs de lá tinha os seus trilhos projegidos por portas, as quais só se abriam quando o metrô chegava.
-No Coex tinha uma fonte musical e iluminada tão linda! ^^ A música e sua coloração era de acordo com a música.
-Em um metrô um homem coreano, Marcos, veio falar com a gente em português. Ele disse que há 20 anos exporta roupa da Coréia para o Brasil (São Paulo). Esqueci de perguntar onde era que tinha roupa barata lá em Seoul, porque não vimos.
-Nas ruas só se via carrões... E eles dão preferência às marcas locais.
-O Museu da Guerra estava fechado, mas do lado de fora tem helicópteros, barcos, aviões, tanques de guerra... que foram usados na guerra contra a Coréia do Norte. Alguns dados por outros países, como os EUA. Lá tinha a frase "the freedom is not free", "a liberdade não é gratuita".
-Estava no outuno e as árvores estavam em uma coloração linda! O clima era frio, variando entre 15-22 graus Celius, principalmente no início e fim do dia.
-Pelo que eu entendi, os casamentos normalmentes são feitos aos sábados durante o dia (manhã ou tarde).
-No sábado fomos a um parque, Seoul Forest, com animais, muito verde e diversas coisas interessantes... Onde tinha diversas crianças aventureiras que tinha um papel e estavam procurando algo. Pelo que entendi os professores davam um papel solicitando um tipo de pedra/inseto/folha e elas iam procurar, em duplas.
-Em todo lugar tinha a 7-eleven, loja de conveniência.
-A população é magra.
-A mulheres de lá normalmente não usam brinco e quando usam normalmente são pequenos.
-Estava acontecendo o festival das flores no Coex... cada coisa liiiiiiindaaa eles fazem com flores, dentre
elas, um dragão enorme.
-Tinha diversas igrejas cristãs lá.
-A população vive de cabeça baixa mexendo no celular (normalmente Samsung): no metrô, na fila, atravessando
a rua... E tudo com aqueles símbolos que só Deus e eles sabem o que quer dizer! hahaha
-A população é muito educada e solícita. A gente só precisa estar com o mapa na mão que eles já perguntavam
(em inglês) se precisávamos de ajuda e nos ajudava até o fim: a chegar em um determinado local, a comprar
ticket pro metrô etc.
-Vimos o Brasil em alguns lugares de lá: em um monumento sobre o G20, lá estava a foto do Lula como
presidente do Brasil e a bandeira do Brasil; no monumento das olimpíadas onde tinha pedras dos diversos
países que participaram das olímpiadas que aconteceu lá, dentre as pedras do Brasil, tinha algumas
particulares da Globo e outra do SBT; vimos também pão-de-queijo do Brasil, com referência ao Brasil e tudo
mais; e uma churrascaria brasileira.
-Os estudantes também usam terno e as meninas usam aquele famoso traje: sainha e gravata.
-Quando chegamos em Garulhos (São Paulo), a gente já ficou aliviados, nos sentindos em casa, estávamos no
Brasil e só faltava 3 horas para chegar em Recife. As viagens até então tinham sido em paz, as 28 horas de
viagem na ida e as 26 horas de viagem, até então. Mas a viagem de Garulhos para cá... Uns 15min de
turbulência média (esse "média" foi dita pelo piloto), pense! Era como se o avião ficasse uns 2 segundos em
queda livre e depois voltasse ao normal, isso diversas vezes. O povo do avião tudo gritando, o refrigerante
de um homem foi para no teto, o carrinho de lanche pra lá e para cá, o povo gemendo... pense!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Pós-graduando: lei de Murphy

Qual a probabilidade de eu encontrar um colega de Maceió no CIn ou colegas do próprio CIn?
-Certamente uma probabilidade beeem menor de encontrar o orientador no meio dos corredores para cobrar coisas.