sábado, 28 de julho de 2007

Cidade maravilhosa


E minhas pseudo-férias chegaram! E agora é hora da viagem esperada a alguns meses...

Vamos dar uma olhadinha ao redor do mundo?
Uma olhadinha no próprio Brasil... Sentir um pouco do clima do sudeste, ouvir o sotaque das falantes bocas de lá, ver as belezas e os problemas de uma das mais conhecidas cidades do Brasil... Sempre bom conhecer o que só vemos pela televisão, e ver se o esteriótipo que criam é verdadeiro, ou não.
Ah! E conhecer uma das novas maravilhas do mundo é tentador, não? Que nosso Cristo Redentor nos receba de braços abertos, como sempre há de estar, por onde quer que andemos.

E que DEUS nos acompanhe sempre! Amém!


P.S.: Sem medo, porque com Ele nós podemos voar!
P.S.2: Foto tirado por Marcelo Sibaldo, in loco.


"Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Rio de sol, de céu, de mar
Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Rio de Janeiro
Cristo Redentor
Braços abertos sobre a Guanabara
Este samba é só porque
Rio, eu gosto de você
A morena vai sambar
Seu corpo todo balançar
Aperte o cinto, vamos chegar
Água brilhando, olha a pista chegando
E vamos nós, aterrisar"

(parte da música Samba do Avião, de Tom Jobim)

domingo, 22 de julho de 2007

Antes da confissão


Na sala de espera pra confissão...

ZM-Vai se confessar?
MA-Vou.
ZM-Mas você pecou?!
MA-Pequei...
ZM-Mas pecar não é bom!
MA-É... Não é bom mesmo não.

ZM: diácono Zé Maria
MA: Maria Aparecida


Depois da confissão me sinto tão leve, livre!
Lembrei agora de um amigo meu: "vai dar uma zerada nos pecados, é?".

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Saudações


Beijo.
Abraço.
Aperto de mão.

Apenas isso... Só.



"Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma,
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma...
A vida não pára."
(Paciência - Lenine)

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Medo/Miedo

Tenho medo de tanta coisa... E antes de ontem um específico medo aflorou, o que resultou em um pesadelo à noite, que me fez ficar um bom tempo da madrugada de olhos abertos no escuro, tremendo. Tremendo porque na maioria das vezes que tenho pesadelo, acordo assim. Quando eu era mais nova eu ia pra cama dos meus pais quando acordava assim, ou, quando minha irmã ainda morava aqui com a gente, chamava ela pra dormir comigo ou subia pra dormir com ela na cama dela ("subia" porque dormíamos em beliche). Mas ontem não fiz isso porque não queria ouvir no outro dia logo cedo minha mãe falando um monte sobre isso. ^o)
Já é difícil sofrer, e pensar nos outros sofrendo, no quanto outras pessoas sofreram por determinada coisa é tão aguniante!...

Na música abaixo alguns medos são citados... Alguns que tenho, outros que não tenho. Tava ouvindo essa música essa semana, mostrando a um colega meu e pedindo para ele traduzir algumas partes pra mim.
A música é cantada por Lenine e Julieta Venegas (uma cantora mexicana).

"Tienen miedo del amor y no saber amar
Tienem miedo de la sombra y miedo de la luz
Tienem miedo de pedir y miedo de callar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tienem miedo de subir y miedo de bajar
Tienem miedo de la noche y miedo del azul
Tienem miedo de escupir y miedo de aguantar
Miedo que da miedo del miedo que da

El miedo es una sombra que el temor no esquiva
El miedo es una trampa que atrapó al amor
El miedo es la palanca que apagó la vida
El miedo es una grieta que agrandó el dolor

Tenho medo de gente e de solidão
Tenho medo da vida e medo de morrer
Tenho medo de ficar e medo de escapulir
Medo que dá medo do medo que dá

Tenho medo de ascender e medo de apagar
Tenho medo de esperar e medo de partir
Tenho medo de correr e medo de cair
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como un laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar

Tienem miedo de reir y miedo de llorar
Tienem miedo de encontrarse y miedo de no ser
Tienem miedo de decir y miedo de escuchar
Miedo que da miedo del miedo que da

Tenho medo de parar e medo de avançar
Tenho medo de amarrar e medo de quebrar
Tenho medo de exigir e medo de deixar
Medo que dá medo do medo que dá

O medo é uma sombra que o temor não desvia
O medo é uma armadilha que pegou o amor
O medo é uma chave, que apagou a vida
O medo é uma brecha que fez crescer a dor

El miedo es una raya que separa el mundo
El miedo es una casa donde nadie va
El miedo es como un lazo que se apierta en nudo
El miedo es una fuerza que me impide andar

Medo de olhar no fundo
Medo de dobrar a esquina
Medo de ficar no escuro
De passar em branco, de cruzar a linha
Medo de se achar sozinho
De perder a rédea, a pose e o prumo
Medo de pedir arrego, medo de vagar sem rumo

Medo estampado na cara ou escondido no porão
O medo circulando nas veias
Ou em rota de colisão
O medo é do Deus ou do demo
É ordem ou é confusão
O medo é medonho, o medo domina
O medo é a medida da indecisão

Medo de fechar a cara, medo de encarar
Medo de calar a boca, medo de escutar
Medo de passar a perna, medo de cair
Medo de fazer de conta, medo de dormir
Medo de se arrepender, medo de deixar por fazer
Medo de se amargurar pelo que não se fez
Medo de perder a vez

Medo de fugir da raia na hora H
Medo de morrer na praia depois de beber o mar
Medo… que dá medo do medo que dá
Miedo… que da miedo del miedo que da"


Miedo (composta por: Lenine, Pedro Guerra e Robney Assis)

domingo, 15 de julho de 2007

Bem assim...


Assim? Sim, sim! :)

... ... ... (reticência da reticência da reticência... :/)

Porque não são raras as vezes que eu sou assim, bem assim...

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Dolly


Dolly, por que este triste olhar?
De onde vens se não tens pai, nem mãe?
Ovelha engraçada.
Ovelha sem graça...
Ovelha desgraçada!
Por que dizem que tu és uma ovelha, se fostes criada pelas mãos humanas como qualquer outro objeto?
Por que não fostes feita como as outras ovelhas?
És um animal ou és um objeto?
Qual teu valor?
Vales mais que as outras ovelhas?
Tu estarias sorrindo se tivesses sido gerada como as outras ovelhas. Mas não te deixaram sorrir, te “artificionaram” e por isso o teu triste olhar.
É engraçado falar de ti.
Mais engraçado ainda é dialogar contigo.
Tu não sabes sorrir, muito menos falar.

(Meu professor de Literatura do 1º ano do CEFET-AL pediu pra turma fazer um texto literário. Passei a tarde toda tentando fazer/falar algo sobre amor, amar... Mas não consegui. Parei um pouquinho e fui ler uma revista, depois de ler uma reportagem sobre a Dolly, a ovelha clonada em 1996, fiz esse texto (no dia 02 de maio de 2000). Engraçado foi no dia seguinte, o dia da apresentação... Enquanto todos apresentaram algo sobre o amor, fui eu apresentar e encenar minha Dolly. =) Ô tempo bom!)

domingo, 8 de julho de 2007

Voltei pra perguntar


Tenho pensado tanto no conteúdo dessa música...


"O que eu deixo, o que eu marco em sua vida quando eu passo por você?

O que os meus olhos confessam quando encontram com os seus?
Se eu deixo uma saudade boa pra lembrar, o que fica de mim?

Eu pergunto se valeu a pena ter deixado eu ir além.
Ter entrado aí na sua casa, dividindo o que é seu.
Essa vida vai muito depressa e é bom saber... O que deixei de mim?

Pode ser que nesta vida eu não possa mais voltar para amar quem não amei, consertar o que estraguei, o perdão que eu não pedi, a solidão que eu não desfiz, o sorriso que neguei e aquele esforço que eu não fiz...

Eu sei que o tempo vai passar, as pessoas vão e vêm...
Mas sei que algumas vão ficar, pelo mal ou pelo bem.
Não morrerá quem soube amar... E que seja sempre assim: que eu deixe só o bem que existe em mim.

Se com você não consegui, eu voltei, quem sabe assim a gente possa se olhar como quem nunca se viu.
E no perdão recomeçar... Pra depois reconhecer: minha vida é bem melhor por ter você!"

Pe Fábio de Melo

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Dor


Porque dói. Dói tanto, dói muito. E minha dor é escrita com "d" maiúsculo.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

DoCe Api


Api lembra apicultura, que lembra abelha, que lembra mel, que lembra doce.

Api lembra DoCe.

Api não esquece DoCe.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Lua cheia



Me vigia.

Me acompanha.
Me encanta.
Me acalma.
É iluminada e ilumina.
Toda noite vem me ver, algumas vezes (semi-) escondida.

(Próclise mesmo, no bom e velho "brasileirês".)

domingo, 1 de julho de 2007

Soprando ao vento


Soprando ao vento palavras.
Soprando ao vento pensamentos.
Soprando ao vento o ar que de mim sai quente... Embora às vezes se sinta frio.