sábado, 15 de setembro de 2007

Imprevisto


Talvez essa seja apenas a sua forma de dizer "adeus"...
E quanto ao passado, ao presente e ao futuro, entrego à DEUS!
Ah, o passado, pretérito perfeito (sim, há ambigüidade), tá aqui bem guardado em mim também.

Insisto: não seja tão breve!


Tchau. Até logo!


"Eu quis querer o que o vento não leva
Pra que o vento só levasse o que eu não quero
Eu quis amar o que o tempo não muda
Pra que quem eu amo não mudasse nunca
Eu quis prever o futuro, consertar o passado
Calculando os riscos bem devagar
Ponderado, perfeitamente equilibrado
Até que num dia qualquer eu vi que alguma coisa mudara
Trocaram os nomes das ruas e as pessoas tinham outras caras
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa
No céu havia nove luas
E nunca mais encontrei minha casa"

(Um Pequeno Imprevisto, de Herbert Vianna e Thedy Correa. Ouvindo-a por Paralamas do Sucesso)

.
E um dia o que é falado é ouvido/escutado...
... E é tudo tão dolorido...

Nenhum comentário: