sábado, 24 de novembro de 2007

Sempre estar lá


Porque as palavras não estão saindo de mim ultimamente.

"A lua inteira agora
É um manto negro-ô-ô
O fim das vozes no meu rádio-ô-ô
São quatro ciclos
No escuro deserto do céu...

Quero um machado
Pra quebrar o gelo-ô-ô
Quero acordar
Do sonho agora mesmo-ô-ô
Quero uma chance
De tentar viver sem dor...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite
Vai temer o fogo...

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul...

Hum! Hum! Hum Hum! Hum!...

A trajetória
Escapa o risco nú-u-u
As nuvens queimam o céu
Nariz azul-u-u
Desculpe estranho
Eu voltei mais puro do céu...

Na lua o lado escuro
É sempre igual-al-al
No espaço a solidão
É tão normal-al-al
Desculpe estranho
Eu voltei mais puro do céu...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
Não era mais o mesmo
Mas estava em seu lugar...

Sempre estar lá
E ver ele voltar
O tolo teme a noite
Como a noite
Vai temer o fogo...

Vou chorar sem medo
Vou lembrar do tempo
De onde eu via o mundo azul..."

(Astronauta de Mármore - Nenhum de Nós, de David Bowie.)

P.S.: Ainda quero postar os comentários (sem quebrar o sigilo, claro) sobre o EJC (Encontro de Jovens com Cristo) que participei fim de semana passado, sendo que agora tou sem paciência pra escrever qualquer coisa, sem paciência pra tanta coisa...

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