
"(...)Amiúde!
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes
Eu vou te jogar
Num pano de guardar confetes...
Disparo balas de canhão
É inútil, pois existe
Um grão-vizir
Há tantas violetas velhas
Sem um colibri
(...)
Quanto ao pano dos confetes
Já passou meu carnaval
(...)
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais estou indo embora!
No mais!..."
(Chão de Giz, Zé Ramalho)
Ninguém falou que seria fácil... Mas tantos conselhos vieram para se evitar outras tantas dores. Conselhos por cima, já que guardei comigo alguns "segredos".
Amiúde. Quiçá, a última... Espero.
Tantos pensamentos, tantos, tantos, tantos... Que só me fazem nada fazer.
Puxa vida!!! Ainda querem que eu acredite no que é falado, quando a ação é totalmente contra o que se fala!! ='(
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