quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

[sem reposta]

Que se pode esperar de onde não há da/pra gente?
Nada.
E então o receber.

"Alguém pode dizer
O que se passa em mim?
Juro, nem sei
Por que é que eu fico assim
Eu acho que é coisa que vem do coração
Aí não tem jeito é paixão!

Meus amigos, já sei
Querem me distrair
Falando demais
O que eu não quero ouvir
Mas entra de um lado
E do outro já sai
Que mais será que eu sou capaz?

Posso fugir, mas não me esconder
Posso querer disfarçar
Posso mentir, falar que estou bem
Mas esse é o sintoma de amar
Posso gritar, mas quem vai responder?
Um mau começo, é o fim
Posso lutar e nunca vencer
Acho que é por isso que eu tô assim
Posso quase tudo, menos fingir
Ter você pra mim"
(Eu Posso Quase Tudo; Sandy e Júnior, composição: Feio.)


"Mas não importa o que seja... Estou unido a você... Lembra de Jesus abandonado..."

"Então, minha querida Amélie, você não tem ossos de vidro. Pode suportar os baques da vida." (O Fabuloso Destino de Amélie Poulain)

Um comentário:

Anônimo disse...

a lugar nenhum...